quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Reforma Eleitoral

Acompanhe o andamento do assunto:

http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=%2095155&codAplicativo=2

Comentário Pessoal Breve (para não comprometer o post em pauta também datado de hoje do colega Saulo): nem tudo se resume à discussão sobre os limites da internet. Este aspecto é destacado pelos veículos de comunicação provavelmente por ser do interesse direto dos mesmos. Mas há muito mais – e tão relevante quanto – sendo apreciado. E, certemante, há muito que bem merecia ser apreciado também, mas não convém aos apreciadores...

5 comentários:

Carlos Marden disse...

Eu acho que a regulamentação do uso da internet pelos blogs e pela mídia profissional foi até elementar, limitando-se ao intuitivo, sem maiores invenções!

Quanto à questão do debate com uma proporção mínima dos candidatos, é preciso admitir que o círculo vicioso referido existe e prejudica mesmo os partidos pequenos! Mas não creio que a melhor medida seja a encontrada, vez que os partidos pequenos podem simplesmente impedir a realização de debates, evitando que o eleitor tenha um importante contato com os candidatos.

Adriano disse...

Confesso estar totalmente alheio aos debates sobre essa reforma política. Acompanho apenas notícias esparsas, mas, ao que parece, não está enfrentando os temas candentes, quais sejam, financiamento público, lista fechada, voto distrital etc.
Estudarei o assunto pra postar algumas impressões.

Carlos Marden disse...

O problema é que a verdadeira reforma política seria acabar com esse sistema maluco onde se vota em partidos que não têm qualquer definição ideológica. É preciso enfrentar uma questão prejudicial, qual seja decidir se queremos um sistema eleitoral de partidos ou de candidatos e, a partir de então, aprovar uma verdadeira reforma que dê coerência ao sistema eleitoral.

J.da Manibura disse...

Não creio que a política brasileira tenha lá uma grande tradição de rachas ideológicos. Na verdade, salvo a época de ditaduras (Vargas e Militares), os pólos da discussão não eram facilmente identificáveis.

Assim, realmente creio que o voto partidário não nos é natural. Salvo alguns loucos, as pessoas votam em pessoas e não em partidos.

Carlos Marden disse...

Pois é Manibura, era isso que eu estava tentando explicar... Todo mundo voto em pessoas, num sistema eleitoral organizado (em tese!) para que se vote por partidos!

Aí o sujeito muda (ou mudava!) pro partido antagônico e o eleitor nem se sentia ofendido nem nada, pois não se tem uma idéia claro dos programas de governo de cada legenda!